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Quem, entre nós, obteve a carta de motorista apenas fazendo as provas teóricas? Nenhum de nós. No Brasil, e em relação aos radioamadores, também só se fazem exames teóricos não havendo nenhuma forma de ensino de como fazer um QSO. Ao passar no exame, o radioamador é simplesmente, “lançado às feras” nas bandas de amador e o resultado nem sempre é agradável de ouvir.
Fazendo analogia com a direção de um veículo, imagine que um indivíduo aprovado apenas nas provas teóricas, era-lhe passada a carta e ele aventurava-se a ir para a estrada conduzir, sem nunca o ter feito antes. Pois é o que se passa exatamente com os radioamadores.
Durante os primeiros anos como radioamador, o autor, tal como qualquer outro, cometeu erros (e ainda comete, mas em muito menor grau). Com este artigo ele pretende ajudar aos noviços e aos mais velhos a rapidamente se harmonizarem com as praticas nas bandas de radioamador. Os erros que ele cometeu foram muitas vezes originadas pela escuta de vícios operacionais de muitos operadores mais velhos. Mas não há que acusar ninguém. Regras claras sobre como bem comunicar nas bandas de amador nunca existiram.
Ninguém deve menosprezar a importância de boas práticas de operação. Em última análise, todas as nossas transmissões podem ser interceptadas, quer por outros radioamadores, quer por escutas ou serviços oficiais, etc. O aspecto técnico do nosso hobby é uma questão. Se usarmos os nossos equipamentos e formos para o “ar” , então entramos noutra questão, ou seja, representamos o nosso país nas ondas hertzianas e tornamo-nos muito visíveis.
Para transmissões bem sucedidas em qualquer banda ou modo há que respeitar algumas regras muito simples. Sigam-me, por favor, na procura das boas práticas de operação.
Leia mais : http://www.on4ww.be/OperatingPracticePortuguese-BR.html
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